Arquivo da categoria: Obesidade

A obesidade é uma doença causada pelo excesso de gordura corporal. É uma condição de múltiplas causas e seu tratramento envolve diversos profissionais. Para sua prevenção, necessitamos de políticas públicas amplas, já que a obesidade é considerada uma “epidemia”.

Nessa categoria, você vai encontrar vários artigos sobre o tema de obesidade e doenças correlacionadas.

Artigos mais antigos são periodicamente atualizados.

Metabolismo e perda de peso

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Vimos em um post mais antigo os conceitos de anabolismo e catabolismo. Eles também podem ter um sentido mais amplo do que o consumo e armazenamento das moléculas, podendo se aplicar aos tecidos do corpo. Essa continuação do tema vai abordar principalmente o assunto metabolismo e perda de peso, mas tratarei também de questões sobre dificuldade de ganho de peso.

Metabolismo e perda de peso

Na obesidade, por exemplo, o anabolismo (formação) de tecido gorduroso supera o catabolismo (consumo) do mesmo. O objetivo para o tratamento da obesidade é consumir o tecido adiposo, preservando o tecido muscular.

Metabolismo e sarcopenia

Já para os que desejam ganhar peso, a ideia principal é aumentar o anabolismo (formação) do tecido muscular. Aqui nós não estamos falando do aumento da musculatura por motivos estéticos. Por exemplo, a sarcopenia é uma condição de baixa massa muscular que pode trazer problemas para saúde, principalmente em idosos. Além da boa alimentação, a atividade física também é fundamental para estimular a formação ou minimizar a perda do tecido muscular.

Componentes do gasto energético diário e como “acelerar o metabolismo” para perda de peso

A gordura é a grande “poupança” energética corporal e vai ser mobilizada quando há necessidade de complementar a quantidade de energia para o metabolismo do corpo. Isso pode ocorrer quando há redução das quantidades de calorias ingeridas na dieta e/ou aumento importante do gasto calórico.

Quando se ouve falar em “aumentar ou acelerar o metabolismo” na obesidade, a ideia principal acelerar a queima do tecido adiposo. O que vai fazer com que isso aconteça é gastar mais calorias do que as ingerir, fazendo um balanço energético negativo.

Se o metabolismo corporal for aumentado, o processo de emagrecimento será mais rápido. O metabolismo reduzido retarda o processo de emagrecimento.

Para entender melhor como podemos “acelerar o metabolismo” com a finalidade de queimar gordura mais rapidamente, temos que saber de como é composto o gasto metabólico diário.

Gasto metabólico basal

Para manter as funções vitais do corpo (respirar, manter a temperatura corporal etc.), é preciso que seja gasta uma determinada quantidade de calorias. Essa quantidade é chamada gasto metabólico basal, que corresponde a 50 a 70% do gasto energético diário, conforme representado na figura 1.

O gasto metabólico basal sofre influência da quantidade de massa magra, massa gorda, sexo, genética, idade, hormônios e sistema nervoso simpático. A maioria dos componentes não pode ser mudada, mas podemos melhorar a composição corporal.

O gasto metabólico basal corresponde a 50 a 70% do componente energético diário; o efeito termogênico do alimento corresponde a 10% e a atividade física de 20 a 40%
Figura 1. Componentes do gasto energético diário.

A massa magra pode ser estimada pela bioimpedância corporal. Por cálculos matemáticos, considerando idade, sexo, composição corporal, a bioimpedância estima o gasto metabólico basal. Na figura 2, o gasto metabólico estimado foi de 1460 calorias ao dia.

Avaliação do biotipo conforme quantidade de massa magra e gordura corporal. A taxa metabólica basal estimada é de 1460 calorias no exemplo da figura.
Figura 2. Avaliação do biotipo conforme quantidade de massa magra e gordura corporal. BMR – basal metabolic rate – gasto metabólico basal

Termogênese

A termogênese é definida como aumento no gasto metabólico de repouso em resposta a estímulos tais como comida, influências psicológicas (medo ou estresse), exposição ao frio, substâncias químicas e hormônios. Como observado na figura 1, a termogênese alimentar e pela atividade física fazem parte do gasto metabólico diário.

Termogênese alimentar

Cerca de 10% do gasto energético diário corresponde ao termogênese alimentar. O que significa isso? Há alimentos que fazem com que o corpo gaste mais energia para digeri-los. Por exemplo, um alimento rico em proteína requer mais energia para sua digestão que um rico em carboidrato, em outras palavras, é mais “trabalhoso” digerir um bife que uma massa.

Ambos, proteínas e carboidratos, oferecem a mesma quantidade de “caloria bruta” por grama, mas a energia gasta para quebrar a proteína é maior que a para o carboidrato, resultando em menor quantidade de “caloria líquida” da primeira em relação à segunda. O mesmo raciocínio pode ser aplicado aos alimentos ultraprocessados, parte do trabalho já foi feito para digeri-los através das modificações realizadas pela indústria alimentícia. Sabemos que os alimentos ultraprocessados e as bebidas adoçadas são grandes vilões para a saúde.

Efeito da atividade física sobre o metabolismo

A atividades física, seja ela espontânea (a não programada) e também a voluntária (programada), corresponde aos restante 20 a 40% do gasto energético diário. A atividade física é o componente que mais podemos atuar para incrementar o gasto metabólico no dia a dia.

Os exercícios físicos têm efeito positivo sobre a saúde cardiovascular, evitam a progressão do pré-diabetes para o diabetes, controlam do estresse, melhoram do sono e têm tantos outros efeitos benéficos para saúde. Entretanto, é fundamental associar ao exercício uma dieta hipocalórica para perder peso.

Alguns pacientes, às vezes, não notam diferença no seu peso, mas notam redução nas medidas corporais e número de manequim das suas roupas. Esse efeito é resultado da substituição da gordura por músculo, esse último que tem um volume bem menor que o primeiro; ou seja, a gordura ocupa mais espaço que o músculo.

Aumentar ou preservar músculo é fundamental

Mas se você quiser mesmo acelerar seu metabolismo para perda de peso, é fundamental a atividade física para que, a médio e longo prazo haja uma mudança da composição corporal. A mudança desejada é o aumento ou preservação de massa muscular e redução da quantidade de gordura corporal. Algum músculo pode ser perdido no processo de emagrecimento, mas perder o mínimo possível é o que se quer. O músculo consome muito mais calorias para se manter que a gordura, aumentando o gasto metabólico basal.

É essencial associar exercício físicos aeróbicos e resistidos (exemplo – musculação). Os exercícios resistidos estimulam mais a formação de músculo. Se você perdeu peso e deseja mantê-lo, os exercícios físicos são essenciais.

Para ganhar peso, no fim do dia, você tem que consumir mais energia que seu gasto metabólico total. Já para perder peso, você tem que consumir menos calorias que o seu gasto metabólico diário. Parece simples, mas não quero dizer que seja fácil. Algumas medicações podem ajudar nesse sentido.

Como se mede o metabolismo?

O metabolismo é determinado pela quantidade de oxigênio consumido pelo organismo. Quando essa medida é feita em repouso, temos a medida do metabolismo basal. O principal método de medida do metabolismo é feito pela calorimetria indireta, que avalia o a queima de gordura e carboidrato pela análise do oxigênio consumido e gás carbônico produzido. O exame é realizado por cerca de 30 minutos e esse valor é extrapolado para as 24 horas.

Novamente, a partir de modelos matemáticos, o metabolismo medido pela calorimetria indireta é comparado com valores de referência para população de mesma idade e sexo. Só assim podemos dizer, com relativa segurança, se o metabolismo da pessoa está abaixo ou acima do esperado e pode estar contribuindo com a obesidade ou dificuldade de ganho de peso.

Mulher realizando o teste de calorimetria indireta
Aparelho de calorimetria indireta

Em linhas gerais

Vimos que o metabolismo sofre influência de diversos fatores, incluindo os hormonais. O balanço energético pode pender para o acúmulo de calorias na obesidade ou para o maior gasto quando há dificuldade de ganho de peso.

Se você quer ganhar peso, tem que fornecer ao organismo matéria prima para formação dos tecidos (carboidratos, gorduras e proteínas). Lembre-se que alguma gordura corporal é necessária para o perfeito funcionamento do organismo, mas seu excesso é prejudicial à saúde.

Se o problema é excesso de peso, o balanço energético tem que ser negativo: você tem que gastar mais calorias do que está consumindo. Logicamente, a qualidade da alimentação é importante. Os alimentos integrais e minimamente processados têm menor quantidade de calorias líquidas em relação às suas versões ultraprocessados.

A atividade física é recomendável para qualquer pessoa a fim de manter a saúde geral e o bem-estar físico, psicológico e melhorar a qualidade do sono. Para quem quer “acelerar o metabolismo”, a atividade física é fundamental, pois aumenta o gasto calórico diário e pode aumentar ou evitar que o gasto metabólico basal diminua muito com a idade em médio e longo prazo.

As doenças hormonais não são a principal causa de dificuldade de ganhar peso ou de obesidade, o estilo de vida e a genética pesam muito. Entretanto, se houver mais outros sinais e sintomas que possam sugerir uma doença hormonal por trás ou grande dificuldade em atingir seus objetivos em relação ao seu peso, uma consulta ao endocrinologista pode lhe ajudar. O especialista tem como avaliar se está tudo em ordem como os seus hormônios e traçar um plano terapêutico alinhado com as suas preferências e objetivos.

Referências

E. Ravussin, B.A. Swinburn, Pathophysiology of obesity.The Lancet, Volume 340, Issue 8816,1992, https://doi.org/10.1016/0140-6736(92)91480-V. (artigo científico em inglês)

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Suzana

Lorcasserina (Belviq) e risco de câncer

Um novo medicamento para o tratamento da obesidade sempre é recebido com grande entusiasmo. O tratamento da obesidade é um grande desafio, principalmente para manutenção do peso perdido. Dieta e atividade física são o alicerce do tratamento e as medicações são indicadas quando essas duas estratégias conjuntas não atingem o objetivo desejado.

No Brasil, a novidade para obesidade é a lorcasserina, encontrada nas farmácias também sob o de Belviq. Aprovada desde 2016, chegou ao mercado só no ano passado, mas nesse pouquíssimo tempo já sofreu um grande golpe: análises recentes de um estudo desenhado para avaliar a segurança cardiovascular do medicamento (CAMMELLIA-TIMI) encontrou uma correlação possível do Belviq com risco de câncer.

Essa potencial correlação já tinha sido veiculada por um canal popular de notícias, mas o tema teve alguns desdobramentos recentes. Ontem, dia 13 de fevereiro de 2020, a agência regulatória dos Estados Unidos – FDA – lançou um alerta, atualizado hoje, no qual descreve “até o momento, a causa de câncer é incerta, e não podemos concluir que a lorcasserina contribui para o risco de câncer”.

O estudo CAMMELLIA foi conduzido em 12.000 pacientes por pelo menos 5 anos. Vários tipos de câncer foram relatados, ocorrendo com mais frequência no grupo da lorcasserina, incluindo câncer pancreático, colorretal e de pulmão. A diferença dos casos de câncer foi pequena entre os grupos: no da lorcasserina foram relatados 470 casos (7,7% dos pacientes) de câncer versus 423 no grupo placebo (7,1%). A diferença absoluta e relativa foi pequena, mas…

O FDA recomendou ao médicos que considerem o risco-benefício quando decidir continuar o tratamento e aos pacientes para conversarem com seus médicos para tomarem a melhor decisão sobre o tratamento com a medicação.

A farmacêutica que distribui o medicamento enviou um comunicado para os médicos que está em contato com a Anvisa para alinhar conduta no território brasileiro e suspendeu a comercialização e distribuição do medicamento em todo território nacional.

Carta aos médicos

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia recomendam que os médicos entrem em contato com os pacientes para descontinuar a medicação.

Posicionamento das entidades médicas

Antes de entrar no desespero, devemos entender o que nem sempre uma correlação significa uma relação causa-efeito. Nesse episódio da lorcasserina, devemos lembrar que:

(1) o estudo que verificou esse desbalanço do número de pessoas com câncer entre os grupos do estudo (droga x placebo) foi desenhado para outro propósito, o de segurança cardiovascular;

(2) um estudo específico para avaliar o risco de câncer deve ser desenhado e desenvolvido com um número suficiente (geralmente grande) de pacientes para responder à pergunta se o Belviq está associado ao risco de câncer ou não.

A própria agência americana diz que ainda não se chegou a uma conclusão definitiva e ponderou esses pontos acima listados. Aguardamos ainda o posicionamento da Anvisa.

A obesidade, sim, já é reconhecida como um fator de risco para diversos tipos de câncer, com uma plausibilidade biológica, ou seja, com mecanismos biológicos relacionados já bem descritos. Além disso, a perda de peso parece estar associada à redução do risco de câncer. Nessa luta contra a obesidade vale a pena escolher bem as armas.

Se você estiver usando essa medicação, converse com seu médico e juntos tomem decisões compartilhadas de maneira slow.

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Suzana

Obesidade e gravidez: quais os riscos?

A obesidade é a condição médica mais comum das mulheres em idade reprodutiva. Muitos fatores influem para excesso de peso em populações de quase todo mundo, assunto comentado em um post recente. A obesidade na gravidez pode ter um grande impacto sobre a saúde da gestante e do bebê.

Antes da gestação, a classificação da obesidade é feita pelo índice de massa corporal (IMC).  Segundo a Organização Mundial da Saúde, o IMC ≥ 30 kg/m2 é considerado obesidade. Na gestação, pelo aumento da quantidade de líquido no organismo, o IMC se correlaciona pior com a quantidade de gordura corporal. Mesmo assim, o Ministério da Saúde tem uma tabela de IMC de acordo com a idade gestacional em semanas. 

Cuidados com a obesidade antes da concepção

Atingir um peso saudável para quem planeja engravidar é muito importante. Sabe-se que a obesidade se correlaciona com a Síndrome dos Ovários Policísticos, que tem como uma das características ciclos em que não há ovulação, podendo causar dificuldades para engravidar e infertilidade. Mesmo em mulheres que ovulam regularmente, um IMC maior parece dificultar a gravidez. A obesidade também pode afetar o sucesso da fertilização in vitro (FIV).

Estratégias para o tratamento da obesidade em mulheres não grávidas incluem mudança de estilo de vida (restrição calórica e atividade física), medicamentos e cirurgia bariátrica em casos selecionados.

Quanto peso pode ser ganho durante a gestação?

A quantidade de quilos a serem ganhos durante a gestação depende do estado nutricional antes da gestação, conforme as recomendações do Institute of Medicine resumidas na tabela abaixo.

Se antes da gravidez você está Você deve ganhar Ganho de peso no 2º e 3º trimestre por semana (kg)
Abaixo do peso – IMC ≤ 18,5 kg/m212,5  – 18 kg0,5
Peso normal – IMC entre18,5 e 24,9 kg/m211- 16 kg0,4
Sobrepeso – IMC entre 25,0 e 29,9 kg/m27 – 11 kg0,3
Obesidade – IMC ≥ 30,0 kg/m25- 9 kg0,2
Tabela 1. Ganho ponderal recomendado na gravidez conforme imc ao engravidar, segundo o Institute of Medicine.

Os valores acima são considerados para gestação de apenas um bebê. No caso de gestação de gêmeos, o recomendado de ganho de peso é entre 11 a 19 kg.

Para mulheres que são extremamente obesas, ganhar menos que a quantidade recomendada durante a gestação pode diminuir o risco de macrossomia fetal. Entretanto, perder peso ou ganhar muito pouco peso durante a gestação pode aumentar o risco de nascimento prematuro ou que o feto fique abaixo do peso esperado para idade gestacional.

Mais importante que recomendar o ganho de determinada quantidade de peso na gestação, o profissional que esteja acompanhando a gestante deve encorajar a evitar ganho de peso excessivo durante a gestação.

Quais os riscos da obesidade para gravidez?

Mulheres obesas têm risco alguns problemas durante a gravidez. Entre elas, podemos citar:

  • abortamento, morte fetal ou logo após o nascimento e abortamento de repetição;
  • diabetes gestacional;
  • aumento da pressão arterial e pré-eclâmpsia;
  • disfunção cardíaca;
  • apneia do sono;
  • parto prematuro;
  • dificuldade para o parto normal;
  • aumento da chance cesárea e complicações dessa cirurgia, tais como infecção da ferida operatória e tromboembolismo venoso.

Além do rastreamento do diabetes gestacional, a obesidade pode levar a apneia obstrutiva do sono, que por sua vez aumenta o risco de pré-eclâmpsia e outras complicações. Em caso de ronco excessivo, sensação de sufocamento e engasgos noturnos, o hipótese de apneia do sono deve ser levantada. O exame de polissonografia confirma o diagnóstico e consulta a um profissional habilitado em medicina do sono pode ser necessária para indicar melhor tratamento.

O tratamento para obesidade durante a gestação inclui apenas mudança de estilo de vida. Nem medicamentos para obesidade e nem cirurgia bariátrica são indicados.

Riscos da obesidade para o bebê 

O feto pode também ter riscos decorrentes da obesidade materna. Destacam-se:

  • Macrossomia – peso maior que o esperado para idade gestacional e ter mais gordura que o normal, o que pode aumentar o risco de síndrome metabólica e obesidade infantil;
  • Malformações fetais – a obesidade aumenta o risco para o desenvolvimento de malformações fetais e ainda pode ainda dificultar a detecção delas ao ultrassom.

Aleitamento e pós parto

O aleitamento materno deve ser sempre encorajado. Devido a limitações de ordem física, pode haver dificuldade para o aleitamento materno. Mulheres obesas podem ter também ter redução da primeira fase da produção de leite materno.

É sempre importante frisar que o cuidado deve vir antes da concepção para que os riscos durante a gravidez sejam minimizados. Se você está acima do peso e pretende engravidar, adote um estilo de vida que inclua alimentação saudável e com restrição de calorias, atividade física regular e sem fumo. Se preciso for, converse com a(o) sua (seu) ginecologista adicionar ao seu cuidado um nutricionista e também endocrinologista, que podem ajudá-la a perder peso antes da gravidez.

Referências:

  1. Pregnancy and obesity: Know the risks
  2. IMC para gestantes

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