por Suzana Vieira e Ana Lucia Coradazzi: “O óbvio é aquilo que ninguém enxerga, até que alguém o expresse com simplicidade.” Khalil Gibran A VERSÃO FAST: MGV, sexo feminino, 27 anos, branca, procura o clínico geral do Posto de Saúde devido dor em baixo ventre e aumento do volume abdominal há mais ou menos 2 […]
Por Suzana Vieira “Dai-me um ponto de apoio e levantarei o mundo.” (Arquimedes) Desde quando eu caí, fico refletindo sobre o processo do adoecer e da cura. Faz pouco mais de dois meses que escorreguei na sala da minha casa, na pequena correria do dia a dia, e ainda não entendo completamente como e por…
Nesse podcast do Slow Medicine, converso com a Ana Lúcia Coradazzi, o Daniel Rollo e a Andrea Prates sobre o último princípio do Slow Medicine, que nos fala sobre o uso parcimonioso da tecnologia, um assunto costuma causar muita confusão.
Usar a tecnologia com parcimônia é bem diferente de não usar a tecnologia disponível. Ter parcimônia não significa ser mesquinho em relação aos recursos que a gente tem hoje, e também é bem diferente de negar a importância da tecnologia. Ter parcimônia é ter critério, é ter bom senso pra decidir quais as estratégias que são necessárias para aquela situação específica, pra aquele paciente específico. É sobre utilizar as tecnologias porque elas vão realmente trazer benefício, e não simplesmente porque elas estão disponíveis.
Endocrinologista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Doutora em Ciências pela USP, Professora do curso de Medicina da uninove campus Mauá
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