Arquivo da categoria: Covid-19

Diante da avalanche de informações sobre a pandemia do coronavírus, deixo uma seleção de artigos de fontes que considero confiáveis.

A ciência , os estudos clínicos e a pandemia pelo COVID19 — Slow Medicine

“Matéria publicada no jornal o Estado de São Paulo no dia 17 de abril de 2020, comenta um texto produzido pelos professores titulares da FMUSP, listados ao final deste texto, com informações oportunas sobre a pesquisa clínica numa situação de pandemia. Pela importância da instituição, nos mais variados aspectos, sejam eles históricos, pela formação de milhares…

A ciência , os estudos clínicos e a pandemia pelo COVID19 — Slow Medicine

Cetoacidose diabética, infecção pelo covid-19 e uso de iSGLT2

Infecções e cetoacidose diabética

As infeções são causa de descompensação diabética e potencialmente podem levar ao quadro de cetoacidose. Na infecção pelo coronavírus não poderia ser diferente! Restam dúvidas se a infecção pelo covid-19 levaria ao risco aumentado de cetoacidose quando comparada a outros tipos de infecção.

Não só para a infecção pelo coronavírus, mas para todas as infecções, os pacientes que usam insulina, principalmente os que tem diabetes tipo 1 e ainda naqueles com diabetes tipo 2 que necessitam de altas doses, precisam estar atentos aos sintomas de descompensação diabética e cetoacidose.

Cetoacidose euglicêmica e uso de inibidores do SGLT2

Já comentei nesse blog sobre o risco aumentado de cetoacidose diabética com a glicemia normal (cetoacidose euglicêmica) em usuários de insulina em combinação com inibidores de SGLT2, ou gliflozinas, e suas combinações, a saber: dapagliflozina (forxiga®, xigduo®), empagliflozina (jardiance®, glyxambi) e canagliflozina (invokana®).

No texto sobre cetoacidose euglicêmica, há orientações de como proceder se o paciente tem a possibilidade da medida domiciliar de corpos cetônicos no sangue (cetonemia). Se você está em uso dessas medicações, não deixe de conferir essas informações!

Orientações para pacientes em uso de gliflozinas e sintomas de infecção pelo covid-19

Há poucos dias, três sociedades médicas (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Sociedade Brasileira de Diabetes e Sociedade Brasileira de Cardiologia) emitiram uma nota para os pacientes que usam essas medicações, alertando para a necessidade do uso adequado dessas medicações, ou seja, para as indicações aprovadas em bula. Também reforçam que os pacientes “devem suspender o uso [dos inibidores de SGLT2] caso haja infecção sintomática pelo Coronavírus, e sempre após orientação do médico assistente”.

Diante dessa nova pandemia, coisas muito simples – como o ato de lavar as mãos – tiveram que ser relembradas e reforçadas. Devemos, da mesma forma, reforçar a necessidade de uso aprovado em bula das medicações, relembrar seus potenciais efeitos colaterais e informar as ações que devem ser tomadas quando houver suspeita de infeção pelo covid-19.

Referência

Notas de esclarecimentos da Sociedade Brasileira de Diabetes sobre o coronavírus (COVID-19)

COVID 19 e a Telemedicina: Lições e Aproximações — Slow Medicine

Não poderia deixar de compartilhar esse post da advogada Lívia Callegari sobre telemedicina em tempo de covid-19. A Lívia é uma grande amiga e participa junto comigo do movimento Slow Medicine. Ajudou-me muito na elaboração dos termos do teleatendimento. A ela, deixo registrada minha gratidão por esse valioso e profissional auxílio.

Convido a todos para leitura desse texto muito enriquecedor (o link abaixo vai direcioná-lo ao artigo no site do Slow Medicine).

Por Lívia Callegari: “Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma Até quando o corpo pede um pouco mais de alma A vida não para Enquanto o tempo acelera e pede pressa Eu me recuso faço hora vou na valsa A vida tão rara” (Lenine) Vivemos um período ímpar na história da humanidade. Um…

COVID 19 e a Telemedicina: Lições e Aproximações — Slow Medicine